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domingo, 18 de março de 2012

3ª feira há o jogo 3 esta época contra o FC porco.

Há um montão de benfiquistas que acham que deviamos jogar para ganhar a todo o custo, porque aparentemente isso traria uma vantagem "psicológica" no embate contra o porco no campeonato.

Não entendo. Não voltamos a jogar contra eles, 6ª há jogo numa caixa de fósforos, enquanto eles vão a Paços, Braga e verdes renascidos estão aí ao virar da esquina e Chelsea mereciam levar uma coça.

E a malta anda a pensar na Taça da Liga? O que interessa isso?

Para mim era Eduardo, André Almeida, Miguel Vitor, Jardel, Capdevilla, Matic, Ruben Pinto, Luis Martins, Djaló, Rodrigo, Saviola.

Não gostava de perder este jogo, mas se puder trocar este jogo por 3 vitórias nos próximos 3 do campeonato, era para ontem.

3 comentários:

  1. Eu sou da opinião que as vitórias também trazem "frescura física". Isto além de colocar pressão extra no Porto que ficariam apenas com 1 objectivo para a época e com pressão extra em cima das costas. Neste jogo temos mais a ganhar do que a perder. Após sermos campeões, o confronto que perdemos com o Porto embalou-os para a época que se viu.. desta vez este confronto pode ser o "boost" que a nossa equipa necesita.

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  2. Uma vitória para eles continuarem a perceber que estão onde estão graças aos árbitros coloca-os à rasca. Quanto a mim o empate com Académica deveu-se muito ao facto de o Benfica ter eliminado o Zenit e o Sporting ter ganho ao City nessa semana. Eles percebem que são muito fraquinhos, ficam inseguros e perdem confiança. Depois de vencerem na Luz deviam arrancar uma goleada nesse jogo mas não conseguiram devido a isso mesmo. E o bufoso já está a mandar o Vitó meter a equipa B para em caso de derrota o abalo psicológico não ser tão forte.

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  3. Boa a pergunta que fazes, sendo eu apologista de uma solução intermédia.
    Colocar em campo um misto de primeiras e segundas escolhas. Poupando alguns jogadores fulcrais (casos de Witsel e Aimar) e dando algum tempo de jogo a outros (casos de Djaló, que até tem apetência em marcar nestes jogos, e Nélson Oliveira)

    Mas uma coisa não podemos desprezar: a vertente psicológica que um jogo "insignificante" destes pode causar. Uma vitória por números claros é capaz de virar o rumo dos acontecimentos.

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