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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Negócio irrecusável

Axel Witsel já não regressa ao Benfica, depois da concentração com a sua selecção. O belga decidiu trocar o Benfica pelo Zenit, após os russos baterem a clausula de rescisão presente no seu contrato, no valor de 40 milhões de euros.

Hoje de manhã, escrevi aqui no blogue o seguinte:
Pessoalmente, se fosse o homem à frente dos destinos do clube, a decisão teria de ser em razão do que é melhor para o Benfica. Com as informações que tenho, mais uma venda não seria de descartar, para pelo menos garantir algum fôlego e margem de manobra à SAD face aos compromissos que se avizinham. Com a correspondente queda de qualidade e menor possibilidade de ganhar títulos. Assumindo isso com frontalidade, estou em crer que se ganharia mais do que aquilo que se perderia. No longo prazo é claro!
A venda pelo valor anunciado de 40 milhões de euros, é excelente. O Benfica fez valer a sua posição (ao menos uma vez na vida), e os russos foram obrigados a abrir os cordões à bolsa. Os 60M€ recebidos em 3 dias, só podem ter um destino: abater passivo imediato, não o deixando passar para passivo de longo prazo. É fundamental que pelo menos 75% deste valor seja para isso.

O que também é preciso, é que se aposte definitivamente em jogadores criados em casa para posições deficitárias, enquanto não se contratam craques para pegar de estaca. Jogadores como Leandro Pimenta, André Gomes, Ruben Pinto, entre outros, terão de ser aproveitados agora, que não há outros para comprar no imediato.
Chega de contratar por contratar, para a comissão ou para fazer o dinheiro circular. Chega de apostar nos jogadores contratados um ano (ou menos) e depois mandá-los pastar para outras paragens. Por muito que nos custe, o Benfica não é um clube rico. Somos um clube pobre! E como tal, chega de vivermos acima das nossas possibilidades. E não se trata aqui de deixar de comprar Salvios ou Gaitans. Trata-se  isso sim de não comprar Leos Kanu ou Fernandez, quando efectivamente eles não são necessários. A prata da casa faz o mesmo e muito mais barato!

Estou triste com a saída de Witsel, como acredito que todos os benfiquistas estão, mas desta vez não aceito que se faça qualquer reparo à postura do presidente! Desta vez defendeu intransigentemente os interesses do clube. Fosse sempre assim.
A saída do belga, é um rude golpe nas aspirações do clube a conquistar o campeonato, e depois da saída de Javi Garcia, o meio campo encarnado fica bastante debilitado. Jogadores defensivos no miolo, temos apenas e só Matic, pelo que a tão falada aposta nos jovens da equipa B irá ser uma realidade "à força".

Uma nota final para a escolha de Axel Witsel. Em minha opinião a sua carreira, que tinha tudo para ser brilhante, acabou hoje. Tenho pena pois era jogador para campeonatos muito melhores e clubes de "verdadeiro" topo europeu. Mais um ano de Benfica e seria inevitável a sua ida para Espanha ou Inglaterra.

sábado, 21 de julho de 2012

Pérola Belga

Axel Witsel é simplesmente fabuloso. Um jogador muito completo que dá ao jogo uma magia que poucos dão. E no jogo de hoje, mostrou bem o quão útil pode ser o seu contributo em terrenos mais avançados.

A jogar assim, não chega ao ínicio do campeonato!

domingo, 20 de maio de 2012

Os reis da penumbra

Este artigo não vai versar directamente sobre o Benfica, e apesar de eu pensar que, muitas vezes é dar tempo de antena a quem não o merece, neste caso não posso deixar de falar acerca disto.

Surgiram três notícias nos últimos dias que definem bem o comportamento anti-desportivo e manifestamente persecutório do Porto, face a quem não se verga ao seu jugo ou a quem declaradamente considera como inimigo. Simboliza tudo aquilo que, em meu entender está mal neste futebol. A maneira de mostrar a tudo e todos quem tem o verdadeiro poder neste "futeluso" é ao bom estilo da Camorra italiana...
  1. A Federação chumbou pela segunda vez o alargamento (já com o recurso à liguilha/play-off) no dia seguinte ao Porto manifestar intenções de impugnar a decisão da Liga.
  2. O Porto meteu um requerimento na Liga, com vista à despromoção do Marítimo.
  3. O belga Steven Defour confirmou em entrevista ao DN, que foi "aconselhado" pelos dirigentes azuis, a não ser visto publicamente com Witsel, sob pena de isso lhe causar dissabores com os próprios adeptos.
Começando pelo ponto um. Afirmo desde já, que sou contra o alargamento (este ou outro qualquer) sem antes de verificar uma alteração drástica na legislação, fiscalização e punição dos clubes profissionais. Um clube profissional, tem de ser viável. Não pode ser o que temos hoje, em que 80% dos clubes profissionais não têm recursos suficientes para fazer face aos seus vários compromissos. É uma completa farsa, que se permitam a clubes, como os Vitórias (SC e FC) ou a União de Leiria disputar uma prova profissional, tendo o acumular de dívidas que estes clubes apresentam (regular e cronicamente). Posto isto, é elucidativo o seguinte: O Porto avançar com uma ameaça de impugnação à proposta de alargamento, indo contra o presidente eleito (que só o foi por causa de abanar a cenoura do mesmo alargamento aos clubes pequenos) mas que se for feita uma pesquisa séria, é facilmente conotado com o Porto (através das relações muito próximas com Adelino Caldeira). A ameaça, visa unica e simplesmente mostrar a todos, quem manda no futebol. E que caso se aja contra o clube, o destino é "facilmente" traçado. Sabemos bem todos, como o Porto é fértil em angariar clubes para os seu lado (afastando de cena os que não se "aliarem")

Já sobre o ponto dois, oferece-me dizer o seguinte: A única razão pela qual o Porto apresentou o requerimento com vista à despromoção do Marítimo, é a afronta deste no caso do Kléber. Pessoalmente, não tenho quaisquer dúvidas que o jogador foi aliciado. Aliás todo o negócio (incluindo o ridículo do Porto pagar menos ao Atlético Mineiro que o Sporting e ainda assim ver a sua proposta aceite em detrimento da do clube de Alvalade) cheira a esturro. O Marítimo quis fazer valer os seus direitos e afrontou directamente o clube azul. Cuidado Marítimo.
Mas caso o Marítimo tenha mesmo recorrido aos tribunais comuns, acho justo que tenham o mesmo destino que o Gil Vicente. Espero é que isto se resolva rapidamente. Caso fosse um clube "amigo" a ir para os tribunais comuns, nunca o Porto se meteria nestas confusões. Mais uma vez querem mostrar quem manda.

Finalmente o ponto três. Aqui é visível a doença e ressabiamento que impera naquele clube. Defour e Witsel, amigos de Liége, tendo passado excelentes anos no Standard, são "obrigados" a ver-se às escondidas. Se não fosse uma coisa já usual naquele clube, era motivo para rir, tal o ridículo da coisa. Em vez de se usar estes dois jogadores para mostrar que a rivalidade é boa, e que nada impede que rivais sejam grandes amigos, e ainda assim lutem pelos mesmos objectivos, não. Usa-se esta ligação, precisamente ao contrário. É simplesmente cretino e de muito baixo nível. 

Essencialmente, este Porto de Pinto da Costa (não confundir com o clube criado por Monteiro da Costa em 1906) é isto mesmo. Um clube que está no seu meio atrás de portas fechadas, em sussurros pelos corredores escondidos, em guerras assumidas com quem deveria ser seu aliado pela verdade desportiva, em tráfico de favores e muitas vezes em chantagem e coação sobre agentes desportivos. Em suma, um clube à verdadeira imagem de quem o dirige há 30 anos.

Infelizmente, parece-me que o actual presidente do Benfica quer fazer algo similar no meu clube. Espero e desejo estar enganado, e também que a estar certo, existam benfiquistas que não o permitam.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Daqui a pouco no Colombo

Hoje pelas 19h vai ter lugar uma sessão de autógrafos, naquele sitio onde dizem que furtaram dois dentes ao Proença-a-Zul. O atleta escolhido para tal, foi o belga Witsel, que até já se expressa muito bem na Língua de Camões. Oportunidade pois, para conviver um pouco com ele e para lhe dar a força necessária para o que falta da época.

Aproveitem!