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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Correrias

Sou adepto de um futebol inteligente, jogado com inteligência quando é preciso, rápido quando há buracos, mais pausado e elaborado quando assim o tem de ser.

Quero com isto chegar a Rodrigo e Carlos Martins

Se o jovem espanhol mostra, jogo após jogo, uma incapacidade gritante de fazer o que se pede a um avançado, já o português que teve o contrato renovado até 2016 nem sequer consegue, simplesmente, jogar. Estar disponível. E em campo, achar que 90% dos seus passes terem de ser "últimos passes", não ajuda.

Se Rodrigo é avançado amado, por um momento de forma, e ainda hoje se desculpam os adeptos que o admiram com São Petersburgo, a realidade é que o rapaz faz, em campo, burrices atrás de burrices. Se o desculpam pela posição em campo, eu contraponho que quando jogou algo que se visse, era precisamente ali que deambulava. Se o desculpam com o que joga nos putos espanhóis, só posso contrapor que contra crianças, até o poejo jogava muito.

Já Carlos Martins sempre foi isto. Intempestivo, burro, incapaz de pensar o jogo. Há quem fale de raça, eu vejo uma barata tonta. Um jogador que, sendo centrocampista, é tudo o que um médio não deve ser. E, repito, lesiona-se a lavar o cabelo ou se está vento de Norte. E tem contrato até 2016.

3 comentários:

  1. Parcialmente de acordo mas o descalabro começa no treinador que forma mais uma vez mal a equipa..Futuro negro.

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    1. O treinador nunca acerta na equipa que cada um de nós gostava.

      Para mim, por exemplo, pecou em ter emtido jogadores da equipa A.

      Há para tudo.

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  2. o Martins foi e é um erro, o Rodrigo está a compor-se para sair, não sei se não prefiro o Kardec :)
    parabéns a todos
    e pluribus unum

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